Fábricas de apps: o que são e como elas podem ajudar e-commerces de sucesso

São muitas as soluções disponíveis no mercado para quem quer desenvolver um aplicativo. Mas você já ouviu falar nas fábricas de apps? Confira os detalhes no artigo!

Se você digitar no Google “como criar um aplicativo”, garantimos que antes mesmo de chegar ao fim da página já terá visto um link prometendo resolver seu problema em poucos cliques. Não é à toa que o Brasil vive, hoje, o boom dos aplicativos e, dos grandes varejistas aos pequenos negócios, todos parecem ter aderido à novidade. Bom, mas se colocar em prática é tão simples, por que, então, recorrer a uma fábrica de apps?

O primeiro motivo, sem dúvidas, é a personalização. Desenvolver um aplicativo é muito mais que apenas programar uma ferramenta. Ele, na verdade, é uma peça importante da estratégia omnichannel, então, os valores da marca também devem estar presentes. E, você concorda que não tem como “traduzir” todas as nuances da marca em questão de minutos, certo? Nas fábricas de apps, muitos processos são instituídos para garantir que, ao desenhar o aplicativo, tudo esteja em sintonia.

Mas existem outros pontos que diferenciam as fábricas de apps. E, para falar sobre eles, criamos este artigo. Nele, vamos mostrar o que, de fato, essas empresas fazem e qual seu papel no sucesso dos e-commerces.

Fábricas de apps: como elas garantem que seu m-commerce não caia na “appnésia”

Se você conferir seu smartphone, há bastante chance de encontrar um app que, depois de instalado, ficou esquecido ali. Acredite, isso é bastante comum. Na verdade, segundo o Google, a cada cinco aplicativos de restaurantes, vendas e turismo, um acaba sendo deixado de lado. Esse “fenômeno” foi chamado de appnésia.

Por que isso acontece? Bom, a falta de atrativos pode ser uma razão. A usabilidade complicada, outro. Também, pode ser que ele tenha uma premissa muito simples e, de fato, não se mostrou necessário mais de uma vez. Quando se recorre a soluções genéricas, com fórmulas prontas, as chances disso acontecer são enormes.

Enquanto isso, as fábricas de apps são negócios voltados, exclusivamente, a esse mercado. Cada ferramenta é pensada unicamente para as necessidades do cliente e, para isso, é preciso bem mais que alguns minutos. Na verdade, as empresas referências no mercado adotam um sistema de imersão que guiará todo o desenvolvimento.

Mas, adiante, falaremos mais sobre esse processo. Por ora, queremos mostrar quais inovações e ferramentas as fábricas de apps utilizam para destacar os m-commerces da concorrência.

Mobile first

Este é um conceito que trata os dispositivos mobile como prioridade e guia de todo o desenvolvimento do e-commerce. Para se ter uma ideia, entre os brasileiros com acesso à internet via smartphone, 85% deles já usavam o device para compras. Porém, em apenas seis meses, esse número pulou para 91%, de acordo com o levantamento da Panorama Mobile Time/Opinion Box acerca do mercado nacional de m-commerce e m-payment.

Omnichannel

As estratégias multicanal já estavam em voga para o comércio on-line. Porém, em 2015, um termo apresentado em uma convenção organizada pela NRF (National Retail Federation) mudou a forma de encarar a onipresença das empresas: o omnichannel. Para entender o que ele propõe, antes, precisamos analisar o que ele quer nos dizer. Omni vem do latim e significa “todos”, enquanto “channel”, é a palavra inglesa para “canais”, ou seja, é um conceito que visa a unificar “todos os canais”.

Do off ao on, o omnichannel mostra que os pontos de atendimento e comunicação fazem parte de um mesmo contexto, portanto, devem convergir para um só objetivo. Ao adotar essa estratégia, é preciso ter em mente que, independente do canal escolhido pelo usuário, ele deverá conseguir executar as ações que deseja.

UX design

Essa é a abreviação para user experience, ou seja, para a experiência do usuário. O UX design é o responsável por arquitetar toda a jornada que o cliente terá dentro do aplicativo, sempre pensando em como tornar a experiência mais clara e objetiva. A busca é por usabilidade, tecnologia e empatia. O produto ou serviço, claro, são importantes, mas a facilidade em usar a ferramenta é a prioridade. As pessoas, afinal de contas, são o centro de tudo.

O UX Design não se resume, meramente, ao visual que as telas clicáveis terão. Mais que isso, ajuda a potencializar os resultados ao simplificar a decisão. Por oferecer instruções diretas e uma boa navegabilidade, a escolha pela compra se torna mais rápida. Com as informações à disposição e um ambiente seguro para fechar negócio, a jornada do cliente tem menos rodeios. Outra vantagem é estimular a interação e o engajamento, que evitam que o app caia no esquecimento.

Conheça o processo de imersão que dá início ao desenvolvimento de apps

No tópico acima, mencionamos um processo de gestão que ajuda a desenvolver soluções personalizadas. O nome que se dá a esse método é Product Discovery e leva 5 semanas para ser concluído. Para chegar ao modelo ideal, utiliza uma série de metodologias. A começar pelo Design Sprint, que propõe uma imersão total da ideia para validação e, para isso, é subdividido em seis etapas:

1. entender o problema que deve ser solucionado;

2. definir as técnicas que são fundamentais para sustentar o projeto (Crazy 8S, MindMap ou Notes);

3. divergir a respeito das soluções, onde é possível encontrar novos insights;

4. decidir qual das hipóteses levantadas irá adiante;

5. prototipar o que foi decidido;

6. validar o protótipo junto aos usuários para poder entender a assertividade do que foi proposto.

Mesmo que o Design Sprint tenha duração de apenas 5 dias, o processo de Product Discovery, também, utiliza essas etapas para validação das ideias ao longo das semanas de desenvolvimento. Além disso, outras metodologias são empregadas em conjunto, como Design Thinking e o Lean Inception ― um workshop com os envolvidos no projeto para que eles saibam qual o produto mínimo a ser construído no primeiro momento.

O grande objetivo das 5 semanas do Product Discovery é orientar as empresas no desenvolvimento de seus apps, baseando as sugestões em estudos aprofundados de benchmark, estimativa de horas e custos envolvidos. Além disso, propõe a validar a ideia junto às necessidades do mercado e dos usuários.

Como você pôde ver, há muito mais por trás de um aplicativo que algumas telas clicáveis. Saber como explorar as inovações tecnológicas, manter o consumidor engajado e proporcionar uma ótima experiência são cruciais para que o m-commerce alcance bons resultados.

Um bom exemplo é o case da Tok&Stok, que utilizou seu novo app para agregar ainda mais valor à marca. Confira os detalhes desse desenvolvimento neste link.

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